Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, o repatriamento foi possível graças à coordenação entre o Governo moçambicano, as autoridades centro-africanas e a OIM, que asseguraram a identificação, protecção e deslocação segura das vítimas até Moçambique.
Os três cidadãos faziam parte de um grupo inicial de 14 moçambicanos identificados no âmbito do caso. Destes, sete conseguiram regressar ao País pelos seus próprios meios, enquanto quatro continuam desaparecidos.
As autoridades moçambicanas, em colaboração com a OIM e o Governo da República Centro-Africana, prosseguem com as diligências para localizar os quatro cidadãos cujo paradeiro permanece desconhecido e garantir o seu eventual regresso em segurança.
De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, desde que tomou conhecimento da situação, o Executivo tem recorrido aos canais diplomáticos para acompanhar o caso e assegurar a protecção dos cidadãos afectados.
O Governo reafirmou ainda o compromisso de reforçar a cooperação com a OIM e outras entidades internacionais na resposta aos desafios associados à migração, incluindo a protecção de cidadãos moçambicanos em situações de vulnerabilidade no estrangeiro.
O caso permanece em acompanhamento pelas autoridades, enquanto decorrem esforços para esclarecer o paradeiro dos quatro moçambicanos ainda desaparecidos.