Portagens Ficam Mais Caras em Angola

As portagens em Angola passam a ter novos preços a partir desta sexta-feira, com aumentos que atingem sobretudo os veículos pesados e as travessias em postos fronteiriços.
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As portagens em Angola passam a ter novos preços a partir desta sexta-feira, com aumentos que atingem sobretudo os veículos pesados e as travessias em postos fronteiriços.
A nova tabela eleva os valores cobrados de uma faixa anterior entre 100 e 2.000 kwanzas para preços que podem variar entre 250 e 85 mil kwanzas, dependendo do tipo de veículo e do local de cobrança.
A última actualização das tarifas tinha sido feita em 2019.
Segundo o Governo angolano, a revisão dos preços pretende garantir mais recursos para a conservação e manutenção da rede rodoviária nacional, que conta com cerca de 74 mil quilómetros de estradas.
Nas portagens da Barra do Kwanza, Luvo e Nóqui, os novos valores entram em vigor já esta sexta-feira.
Para motociclos, a tarifa mínima será de 250 kwanzas, enquanto alguns veículos pesados poderão pagar até 7.000 kwanzas nesses postos.
Nos postos fronteiriços, os valores serão mais elevados para os veículos pesados, podendo chegar aos 85 mil kwanzas.
A presidente do Fundo Rodoviário e Obras de Emergência, Ana Cristina da Costa, explicou que as receitas das portagens serão usadas na reparação e manutenção das estradas.
Segundo a responsável, o Executivo angolano pretende diversificar as fontes de financiamento para reduzir a pressão sobre o Orçamento Geral do Estado.
As portagens podem ser pagas em dinheiro ou através de cartão.
Nos postos fronteiriços, a cobrança é feita pela Administração Geral Tributária.
**Um incêndio de grandes proporções deflagrou, na manhã deste domingo, 1 de Novembro, no Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo (HCM), unidade hospitalar responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com cancro. As causas do incidente e a extensão dos danos ainda são desconhecidas.**

A Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou interrupções programadas no fornecimento de energia eléctrica para este sábado, 31 de Outubro, e domingo, 1 de Novembro, em diferentes zonas da cidade de Maputo e das províncias de Gaza, Sofala, Manica e Zambézia, devido à realização de trabalhos de manutenção preventiva e correctiva das infra-estruturas eléctricas.

O Governo moçambicano e a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) chegaram a um acordo para aumentar em cinco meticais as tarifas dos transportes semi-colectivos de passageiros na região metropolitana do Grande Maputo, com a entrada em vigor das novas tarifas prevista para 7 de Novembro de 2026.

O Governo moçambicano aprovou novas restrições à importação de pão de forma, estabelecendo a obrigatoriedade de licenciamento prévio, pagamento de taxas específicas e limites às quantidades importadas, numa medida destinada a proteger a indústria panificadora nacional e estimular a produção interna. As novas regras entram em vigor a 27 de Novembro de 2026.

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O político moçambicano Venâncio Mondlane prometeu revelar alegadas irregularidades e práticas de instrumentalização das instituições do Estado durante o seu julgamento, marcado para 17 de Novembro, no Tribunal Supremo, considerando que o processo judicial constitui uma oportunidade para expor aquilo que classifica como mecanismos de politização da justiça em Moçambique.

Mais de 1,8 milhões de moçambicanos poderão enfrentar níveis elevados de insegurança alimentar entre Outubro de 2026 e Março de 2027, devido aos efeitos combinados da seca associada ao fenómeno El Niño, dos conflitos armados e da redução das reservas alimentares, alertou, na sexta-feira (30), a organização humanitária CARE Moçambique.

A Assembleia da República aprovou, na sexta-feira (30), três convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) destinadas a reforçar a protecção dos trabalhadores moçambicanos no estrangeiro, combater a exploração laboral e regulamentar a actividade das agências privadas de emprego, numa altura em que aumenta a procura de oportunidades de trabalho fora do País.

A participação de Moçambique na III Cimeira Rússia-África abriu novas perspectivas de cooperação económica, tecnológica e digital com a Federação da Rússia, numa altura em que o Governo procura atrair investimentos, promover a transferência de tecnologia e acelerar a transformação estrutural da economia nacional.

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