Coreia do Norte Rejeita Desnuclearização

A Coreia do Norte voltou a rejeitar qualquer possibilidade de abandonar o seu programa nuclear, classificando o estatuto nuclear do país como uma “linha vermelha” que não está aberta a negociação.
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A Coreia do Norte voltou a rejeitar qualquer possibilidade de abandonar o seu programa nuclear, classificando o estatuto nuclear do país como uma “linha vermelha” que não está aberta a negociação.
A posição foi apresentada pelo vice-ministro da Defesa norte-coreano, Kim Kang Il, durante uma intervenção no Fórum Xiangshan, em Pequim, dedicado aos desafios de segurança na região Ásia-Pacífico.
Kim pediu aos adversários de Pyongyang que abandonem aquilo que classificou como “ilusões” sobre a desnuclearização da Coreia do Norte.
Segundo o dirigente, a política nuclear norte-coreana responde às ameaças actuais e futuras enfrentadas pelo país.
Kim acusou os Estados Unidos e os seus aliados de intensificarem exercícios militares na região e afirmou que essas acções aumentam o risco de uma confrontação nuclear.
O responsável criticou igualmente a cooperação militar entre os Estados Unidos, o Japão e a Coreia do Sul, sustentando que a aproximação entre os três países representa uma ameaça para Pyongyang.
A Coreia do Norte advertiu ainda que continuará a reforçar a sua capacidade de dissuasão nuclear caso considere que as ameaças externas estão a aumentar.
A declaração foi feita em Pequim, num período de maior aproximação entre a Coreia do Norte e a China, tradicionalmente o principal aliado político e económico de Pyongyang.
Os contactos recentes entre os dois países têm-se concentrado no reforço das relações bilaterais e da cooperação militar, enquanto a questão da desnuclearização tem ficado ausente dos comunicados mais recentes.
**Um incêndio de grandes proporções deflagrou, na manhã deste domingo, 1 de Novembro, no Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo (HCM), unidade hospitalar responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com cancro. As causas do incidente e a extensão dos danos ainda são desconhecidas.**

A Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou interrupções programadas no fornecimento de energia eléctrica para este sábado, 31 de Outubro, e domingo, 1 de Novembro, em diferentes zonas da cidade de Maputo e das províncias de Gaza, Sofala, Manica e Zambézia, devido à realização de trabalhos de manutenção preventiva e correctiva das infra-estruturas eléctricas.

O Governo moçambicano e a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) chegaram a um acordo para aumentar em cinco meticais as tarifas dos transportes semi-colectivos de passageiros na região metropolitana do Grande Maputo, com a entrada em vigor das novas tarifas prevista para 7 de Novembro de 2026.

O Governo moçambicano aprovou novas restrições à importação de pão de forma, estabelecendo a obrigatoriedade de licenciamento prévio, pagamento de taxas específicas e limites às quantidades importadas, numa medida destinada a proteger a indústria panificadora nacional e estimular a produção interna. As novas regras entram em vigor a 27 de Novembro de 2026.

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O político moçambicano Venâncio Mondlane prometeu revelar alegadas irregularidades e práticas de instrumentalização das instituições do Estado durante o seu julgamento, marcado para 17 de Novembro, no Tribunal Supremo, considerando que o processo judicial constitui uma oportunidade para expor aquilo que classifica como mecanismos de politização da justiça em Moçambique.

Mais de 1,8 milhões de moçambicanos poderão enfrentar níveis elevados de insegurança alimentar entre Outubro de 2026 e Março de 2027, devido aos efeitos combinados da seca associada ao fenómeno El Niño, dos conflitos armados e da redução das reservas alimentares, alertou, na sexta-feira (30), a organização humanitária CARE Moçambique.

A Assembleia da República aprovou, na sexta-feira (30), três convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) destinadas a reforçar a protecção dos trabalhadores moçambicanos no estrangeiro, combater a exploração laboral e regulamentar a actividade das agências privadas de emprego, numa altura em que aumenta a procura de oportunidades de trabalho fora do País.

A participação de Moçambique na III Cimeira Rússia-África abriu novas perspectivas de cooperação económica, tecnológica e digital com a Federação da Rússia, numa altura em que o Governo procura atrair investimentos, promover a transferência de tecnologia e acelerar a transformação estrutural da economia nacional.

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