AFAR Aprova Símbolos Oficiais

A Associação dos Funcionários Aposentados da Assembleia da República (AFAR) aprovou os seus símbolos oficiais, num passo destinado a reforçar a identidade e a consolidação institucional da organização.
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A Associação dos Funcionários Aposentados da Assembleia da República (AFAR) aprovou os seus símbolos oficiais, num passo destinado a reforçar a identidade e a consolidação institucional da organização.
A decisão foi tomada durante uma Assembleia Geral Extraordinária realizada em Maputo, que reuniu membros da associação para discutir questões relacionadas com o funcionamento interno e os próximos passos da instituição.
O Presidente da Assembleia Geral da AFAR, José Zefanias Chiconela, considerou a aprovação dos símbolos um marco importante para a organização e apelou aos membros para continuarem envolvidos nas actividades da associação.
Durante o encontro, foi igualmente destacada a necessidade de os associados cumprirem com o pagamento regular de quotas e jóias, consideradas importantes para garantir a sustentabilidade financeira da instituição.
A reunião serviu ainda para preparar as celebrações do primeiro aniversário da AFAR, marcado para 24 de Outubro.
Os membros discutiram também formas de reforçar a organização interna e estabelecer critérios mais claros para a entrada de novos associados.
A AFAR foi criada com o objectivo de defender os interesses socioeconómicos e promover o bem-estar dos funcionários reformados da Assembleia da República.
A associação prevê realizar um novo encontro no dia 6 de Novembro, durante o qual deverá avaliar as actividades desenvolvidas em 2026 e preparar o plano de trabalho para 2027.
Na mesma reunião, os membros deverão analisar uma possível revisão do valor das quotas, discutir o orçamento da organização e receber informações actualizadas sobre o processo de habitação na Katembe.
**Um incêndio de grandes proporções deflagrou, na manhã deste domingo, 1 de Novembro, no Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo (HCM), unidade hospitalar responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com cancro. As causas do incidente e a extensão dos danos ainda são desconhecidas.**

A Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou interrupções programadas no fornecimento de energia eléctrica para este sábado, 31 de Outubro, e domingo, 1 de Novembro, em diferentes zonas da cidade de Maputo e das províncias de Gaza, Sofala, Manica e Zambézia, devido à realização de trabalhos de manutenção preventiva e correctiva das infra-estruturas eléctricas.

O Governo moçambicano e a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) chegaram a um acordo para aumentar em cinco meticais as tarifas dos transportes semi-colectivos de passageiros na região metropolitana do Grande Maputo, com a entrada em vigor das novas tarifas prevista para 7 de Novembro de 2026.

O Governo moçambicano aprovou novas restrições à importação de pão de forma, estabelecendo a obrigatoriedade de licenciamento prévio, pagamento de taxas específicas e limites às quantidades importadas, numa medida destinada a proteger a indústria panificadora nacional e estimular a produção interna. As novas regras entram em vigor a 27 de Novembro de 2026.

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O político moçambicano Venâncio Mondlane prometeu revelar alegadas irregularidades e práticas de instrumentalização das instituições do Estado durante o seu julgamento, marcado para 17 de Novembro, no Tribunal Supremo, considerando que o processo judicial constitui uma oportunidade para expor aquilo que classifica como mecanismos de politização da justiça em Moçambique.

Mais de 1,8 milhões de moçambicanos poderão enfrentar níveis elevados de insegurança alimentar entre Outubro de 2026 e Março de 2027, devido aos efeitos combinados da seca associada ao fenómeno El Niño, dos conflitos armados e da redução das reservas alimentares, alertou, na sexta-feira (30), a organização humanitária CARE Moçambique.

A Assembleia da República aprovou, na sexta-feira (30), três convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) destinadas a reforçar a protecção dos trabalhadores moçambicanos no estrangeiro, combater a exploração laboral e regulamentar a actividade das agências privadas de emprego, numa altura em que aumenta a procura de oportunidades de trabalho fora do País.

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