As vítimas tinham entre 20 e 38 anos e os corpos foram encontrados em áreas como Kempton Park, Dawn Park, Olifantsfontein e Kwa-Thema.
Segundo a polícia, a maioria dos corpos apresentava hematomas. Algumas vítimas estavam parcial ou totalmente despidas e oito apresentavam sinais de agressão sexual.
Pelo menos uma das mulheres foi encontrada com a garganta cortada, segundo informações avançadas pelo comissário interino da polícia de Gauteng, Fred Kekana.
As autoridades detiveram um suspeito relacionado com a descoberta do primeiro corpo, encontrado a 15 de Julho, em Kempton Park. A polícia ainda não confirmou se o homem tem ligação com as restantes mortes.
A sucessão de casos aumentou a preocupação pública e levou manifestantes, sobretudo mulheres, a saírem às ruas em Ekurhuleni, vestidos de preto e com cartazes contra o feminicídio.
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, afirmou que as autoridades estão a investigar as mortes e garantiu que todas as pistas serão analisadas.
Os casos voltaram a colocar no centro do debate a violência contra as mulheres na África do Sul, onde os níveis de feminicídio e violência de género continuam elevados.