Segundo Giquirra, a detenção ocorreu na sequência de uma denúncia feita pela sociedade civil, relacionada com o alegado descarregamento irregular de resíduos e a utilização de meios municipais fora da área autárquica, sem autorização do Conselho Municipal.
“Confirma-se a detenção do nosso director da EMOSANA, na sequência de uma denúncia que foi feita pela sociedade civil”, afirmou o edil, acrescentando que as investigações continuam.
O presidente do município explicou que, depois de tomar conhecimento de que meios pertencentes à edilidade estariam a circular fora da área municipal, o Conselho Municipal decidiu suspender um funcionário e abrir uma investigação interna para apurar responsabilidades.
“Queremos descobrir qual é a rede que estava envolvida neste trabalho que não tinha sido anuído pelo Conselho Municipal”, declarou Luís Giquirra.
O edil afirmou ainda que o município encara o processo com normalidade e reiterou a posição da actual gestão contra práticas de corrupção e má utilização de recursos públicos.
Nuno Vazir Ibrahimo deverá ser ouvido pelas autoridades no âmbito do processo, enquanto prosseguem as investigações para determinar a existência de eventuais responsabilidades criminais.
Até ao momento, não foram divulgados publicamente todos os detalhes do processo nem as acusações formais apresentadas contra o director da EMOSANA.