Segundo o Chefe do Estado, os produtos foram adquiridos no âmbito de um investimento de cerca de 35 milhões de dólares, com apoio do Banco Mundial, e já começaram a ser encaminhados para hospitais e centros de saúde.
Chapo disse que a medida pretende responder às dificuldades enfrentadas por milhares de famílias que dependem do Serviço Nacional de Saúde e que, em muitos casos, encontram unidades sanitárias sem medicamentos disponíveis.
“Prometemos trabalhar para devolver medicamentos às nossas unidades sanitárias, e estamos a cumprir”, afirmou.
O Presidente defendeu que nenhum moçambicano deve ficar sem tratamento por falta de medicamentos e disse que o Governo vai continuar a reforçar o abastecimento das unidades sanitárias.
Ao mesmo tempo, Chapo alertou para a necessidade de garantir que os medicamentos cheguem efectivamente aos doentes.
“Aos gestores, profissionais de saúde, autoridades e a todos os cidadãos, apelamos à máxima vigilância”, declarou.
O Chefe do Estado pediu maior controlo durante o processo de distribuição, para evitar desvios, roubos e venda ilegal dos produtos destinados ao sistema público de saúde.
Segundo Chapo, os medicamentos pertencem à população e devem ser utilizados exclusivamente para responder às necessidades dos pacientes.
O investimento apoiado pelo Banco Mundial faz parte das medidas do Governo para reforçar a disponibilidade de medicamentos e material médico-cirúrgico no Serviço Nacional de Saúde.
Chapo reiterou que o Executivo pretende continuar a melhorar o abastecimento das unidades sanitárias e reduzir os casos em que os pacientes ficam sem tratamento devido à falta de fármacos.
“Prometemos. Estamos a cumprir. E vamos continuar a trabalhar para que nenhum moçambicano fique sem tratamento por falta de medicamentos”, afirmou.